Quinta-feira, Novembro 04, 2010












Não há vastidão de céu que engula a tua falta, ou marés que afoguem a parte de ti que em mim respira. Não há fado que seja digno da minha inquebrável saudade, nem poema, que mesmo ainda por escrever, a consiga matar.


[ao som de "Analyse" - Thom Yorke]



(imagem retidada da net)




2 Disseram:

Blogger Brain said...

Mas há tamanhos.
Tamanhos que nos medem as mãos.
Tamanhos que nos abarcam por inteiro em pedaços,
Que não sendo de nós,
Estão (são) em tudo o que nos constitui.

Novembro 04, 2010 6:15 PM  
Blogger nuvem said...

A saudade... grande companheira de escrita. Uma musa inspiradora, diria.

Novembro 22, 2010 6:04 PM  

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