Luz
Nestes tempos, o coração foge-me do peito e renasce-me nas mãos, Num aperto que não sei explicar de tanto o sentir. Nestes tempos, em que os meus olhos sempre brilharam mais com o tilintar das luzes de Natal, em que as ruas sempre me pareceram mais bonitas, mais felizes Nestes tempos, não há luz que me devolva à luz Não há luz que me devolva os teus olhos Não há luz que me devolva a tua vida à minha vida Como me fazes falta, Mãe Como a tua luz faz falta a esta minha escuridão. (imagem retirada da web)