Mensagens

A mostrar mensagens de dezembro, 2006

Último post de 2006…

…para 2007… Uma palavra: esperança. Um desejo: mudança. Um sonho: é segredo. Uma música: qualquer uma desde que me estremeça. Um orgulho: os amigos. Um desafio: mudar de rumo. Um novo destino: qualquer um desde que seja novidade. Uma promessa: continuar a escrever. Um instrumento: violino. Uma flor: miosótis. Uma bebida: muita cuba libre! Um lugar mágico: Ribeira, sempre. Uma conquista: descobrir pessoas especiais. Uma desilusão: donde e de quem menos se espera… infelizmente. Uma descoberta: algo em mim. Uma provocação: a irónica poesia da vida. Uma impossibilidade: deixar o mau feitio… Uma característica: rebeldia (e o mau feitio, pois claro…) Uma vontade: só uma não chega! Uma certeza: todos colhemos aquilo que plantamos... Um lema: “…eu sou do tamanho do que vejo, e não do tamanho da minha altura…” A todos vocês: que o novo ano vos sorria, mas lembrem-se de retribuir na mesma moeda. Por isso, façam o favor de serem Felizes! Bom Ano a todos. Aqui deixo o meu último beijo do ano, PCat

Árvore dos Desejos de Natal

Imagem
A todos os Amigos, desejo um Natal no minimo, memorável. Beijos e um Feliz Natal. PCat

Quero

Quero encontrar-te. Quero dizer-te tudo aquilo que em mim abafei. Quero alcançar-te de uma forma que nunca sentiste. Quero dizer-te aquilo que nunca ouviste. Quero que saibas o que nunca de mim soubeste. Quero-te meu e meu para sempre. Quero uma janela no teu olhar, E quero uma porta aberta no teu coração. Quero a tua voz todos os dias. Quero os teus braços em volta de mim. Quero-te como tu és, E quero-te reinventado nas minhas mãos. Quero-te como porto seguro, Quero-te por inteiro. E tu, Se não for ontem, nem hoje, talvez amanhã. Talvez amanhã sejas meu, porque o amanhã é o futuro E o futuro, é fruto da vontade e da acção. O futuro é esperança. E essa eu tenho de sobra para mim e para ti. Eu estou pronta a contribuir. E tu? 2006 Dezembro 07

(...)

(...) Eras um sonho bom, tão bom que julguei ser demais para mim, e por isso mesmo eras intocável. Vivíamos mundos aparte. Percorríamos estradas paralelas e sem cruzamentos. E eu não me ia importando de te ver ao longe, à distância de dois universos incompatíveis, com esse teu ar altivo de quem tudo tem e nada teme, porque acha que nada pode perder. Gostava de ti há muito tempo e esse tempo era curto demais para a minha fantasia que criava em teu redor. Como nunca falei contigo, tratei de definir-te um timbre de voz, suave, pausado e másculo, como eu sempre gostei, imaginei-te umas mãos mornas e grandes e imaginei-te um coração do tamanho do mundo, onde eu esperava que o meu pequeno coração de menina pudesse caber por inteiro. À parte disso, imaginava-te a levar-me até à praia, onde eu sempre gostava de ir, e lá davas-me a mão e percorríamos quilómetros de conversa, à medida que a maresia nos enchia os pulmões de saúde e o coração de felicidade. No final da tarde, quando o sol começava...

Nada

Observo no espelho, O reflexo ressoado do meu ser, Como purga reflectida de tudo aquilo que me polui. Passo a mão pelo espelho, Á medida que desfaço essa névoa embaciada, Em gotas que escorrem até ao chão. E a imagem que o espelho me devolve É uma imagem húmida e escorrida de nada. Dezembro 05 2006