Para a Papoila
Medos que assustam. Medos que paralisam. Medos que metem muito medo. Existem alturas em que estamos dispostos A ultrapassá-los. E sentimos uma força dentro de nós Tão forte, que pensamos invencível. Sentimos os pulmões cheios de ar, Pronto a ser renovado. Temos vontade de sorrir O gosto da conquista, Mas sobretudo, Sorrir a vontade de conquistar. Até de cometer algumas loucuras Pelo meio, não é? E que boa que é esta sensação, De sentirmos que temos o poder E as rédeas não da nossa vida Mas do nosso desejo e da nossa vontade Apenas nas nossas mãos. Que força! Que pulsar de vida dentro nós! Mãos dispostas a trabalhar, E coração aberto a mudanças. É isso que é preciso. É preciso, sentir nas nossas entranhas, O ímpeto de calcar o medo, E a vontade louca de ir em frente. Não sabes o que vais encontrar, Mas também não perdes nada com isso. Ergue-te, Papoila! Ergue-te e cria a confiança necessária Para seguires os teus trilhos, Como diz o Brain, OPTA, se puderes! Sei que não é fácil. É muito ...