Neste Mar
Neste Mar,
Onde escuto o silêncio das ondas
E os murmúrios das rochas
Em choros sufocados,
Aqui me sento,
E contemplo.
Ao longe,
O horizonte parece-me tão perto.
E se entreabrir os olhos,
Quase que o consigo tocar
Com um simples toque de dedos.
Se ao menos estivesse assim tão perto…
Se ao menos soubesse como é tocá-lo…
E este nevoeiro,
Que ma ataca a face
Em salpicos temperados
De fins de tarde quentes,
Refresca-me o espírito
E Lava-me memórias.
Tal como as ondas que vêm e vão
Em movimentos ritmados
Sinto os meus pensamentos da mesma forma:
Vêm e vão em movimentos ondulantes,
Cobertos de Sal.
Talvez purifiquem,
Talvez apazigúem as mazelas
Do coração e dos sentidos.
Onde escuto o silêncio das ondas
E os murmúrios das rochas
Em choros sufocados,
Aqui me sento,
E contemplo.
Ao longe,
O horizonte parece-me tão perto.
E se entreabrir os olhos,
Quase que o consigo tocar
Com um simples toque de dedos.
Se ao menos estivesse assim tão perto…
Se ao menos soubesse como é tocá-lo…
E este nevoeiro,
Que ma ataca a face
Em salpicos temperados
De fins de tarde quentes,
Refresca-me o espírito
E Lava-me memórias.
Tal como as ondas que vêm e vão
Em movimentos ritmados
Sinto os meus pensamentos da mesma forma:
Vêm e vão em movimentos ondulantes,
Cobertos de Sal.
Talvez purifiquem,
Talvez apazigúem as mazelas
Do coração e dos sentidos.
Comentários
Começo a achar (e desculpa se erro),que és "depressiva"!
Passas na escrito "pérolas" de uma concha do fundo do mar.E outra onda,e outra...e tu vais ao fundo.Foges e vais na corrente,para onde ela te levar.Putty Cat,podes ter tudo que justifique esse "peso" de corpo,e paragem dos dias.Mas não posso que essa tua visão de "para além",não te sirva de isco,para atraír força e andar!Olha lá o mar!Esse ou este...ou até aquele!Vés que esse azul,fui a separação de tantos amores,de famílias .Foi expressão de lágrimas nos rostos de quem vi-a partir.
Foi também o desafio!Caravelas atiradas à aventura,mortes e fortuna.
Agua calma,com o imenso segrodo do fundo,onde tesouros perdidos,estarão talvez por encontrar.
Refrescas os pés,molhas o rosto!Água,azul,calma e encontro.Onda vem e onda vai,e com elas a lágrima,a alegria e a vida!
Putty,veste a camisola do avesso!
Por favor!Não quero ver a cor de fora,mas que dês cor ao teu intimo.
Usa o choro para te regar a alegria de veres toda a diferença e sentires com a alma!
Abana-te AMIGA!
Um beijo doce Flôr
desculpa,com a "correria".
"Depressiva"...Não lhe famaria isso.
Sou feita de momentos, e para mim os momentos marcam fundo, porque vivo demasiadamente as coisas, minhas e dos outros, e por vezes tenho imensa dificuldade em encontrar a leveza delas, mesmo estando à frente do meu nariz.
É sempre mais "fácil" ver os problemas da pior maneira, não achas?
Mas estou a ter ajuda dos amigos para começar a sentir os ombros mais leves e a não sentir tanto o chão debaixo dos meus pés.
Voar, também é preciso!
Beijo e obrigada pelo carinho.
Fico baralhada por vezes!
Acho que tens tudo,e que não tiras a ancora!
Como queres seguir?
Nina,fecha os olhos e respira com vontade de sentir o ar na sua marcha normal.Mecanicamente,respiramos e pronto...mas para quem me parece estar de "peito apertado",vá respira,sente este ar passar em ti,e deixa que te refresque...
Oi putty, esta é uma frase muito parecida com a que uso várias vezes, relativamente a mim. Eu acho que só sei viver se tiver um problema a matracar-me a cabeça...
"resolvo" e começo logo a remoer e alimentar outro.
acho que é isto que me acontece. sei que o que vou dizer pode parecer loucura: mas intimida-me um pouco imaginar-me sem problemas para remoer...
espero que não sejas assim...
beijocas e parabens pelas palavras que escreves.
Se eu "sou assim"...
Hummm.
Se não forem as chatices (atenção, nem todas!), o que nos faz sentir o sangue a ferver?
O que nos faz lembrar que nos corre sangue nas veias?
Olha, estou como tu...
Beijo