Viagem ao Fundo de Nós
Por vezes é necessário, levantar ancoras
E ir à descoberta de nós mesmos.
E nesta viagem, de caminhos desconhecidos
E ruelas tortuosas,
Teremos que enfrentar tantas coisas:
Coisas conhecidas mas esquecidas;
Coisas que queremos esquecer, mas não conseguimos;
Pessoas que se perderam no caminho;
Pessoas novas e reencontradas;
Sonhos perdidos;
Sonhos alcançados;
Choros sufocados;
E risos de nos encher os pulmões de vida.
Há que fazer as pazes connosco.
Reencontrar-nos e dar-nos um abraço
Do tamanho do alcance da nossa vontade.
Há que aliviar os pulmões,
E gritar bem alto que nos reencontramos
E que apaziguamos dores e mazelas
Que recuperamos forças e vontade,
De continuar esta viagem dentro de nós.
De conhecermos becos sem saída
E ter a capacidade de encontrar brechas
Por onde fugir.
Há que ter medo também,
Para que o possamos ultrapassar,
Como se de um muro se tratasse.
Há que ter fé que um dia
Nos vamos conhecer,
Conforme outros já nos conhecem.
E ir à descoberta de nós mesmos.
E nesta viagem, de caminhos desconhecidos
E ruelas tortuosas,
Teremos que enfrentar tantas coisas:
Coisas conhecidas mas esquecidas;
Coisas que queremos esquecer, mas não conseguimos;
Pessoas que se perderam no caminho;
Pessoas novas e reencontradas;
Sonhos perdidos;
Sonhos alcançados;
Choros sufocados;
E risos de nos encher os pulmões de vida.
Há que fazer as pazes connosco.
Reencontrar-nos e dar-nos um abraço
Do tamanho do alcance da nossa vontade.
Há que aliviar os pulmões,
E gritar bem alto que nos reencontramos
E que apaziguamos dores e mazelas
Que recuperamos forças e vontade,
De continuar esta viagem dentro de nós.
De conhecermos becos sem saída
E ter a capacidade de encontrar brechas
Por onde fugir.
Há que ter medo também,
Para que o possamos ultrapassar,
Como se de um muro se tratasse.
Há que ter fé que um dia
Nos vamos conhecer,
Conforme outros já nos conhecem.
Comentários
Tão maior,
Tão mais limpo,
Tão mais simples,
Tão mais... bonito!
Boa viagem,
"Volta breve".
Bj.
O nosso EU difunde-se, espalha-se pela diversidade das actividades, sensações e sentimentos da complexidade das relações humanas em que vivemos. E, nessas deambulações, deixamos sempre algumas migalhas de nós, aqui e além. Começamos a ter falhas de unidade na nossa pessoa, fraquezas por ausência de alguns suportes. É então tempo de iniciar a jornada à nossa essência e recuperar peças sobresselentes para completar a máquina, emocional.
Longa ou curta é sempre necessária..