Curtas 12 – À Porta dos Sonhos
Hoje acordei contigo no pensamento, como nunca antes tinha feito.
E hoje, só hoje, consegui bater à porta dos teus sonhos, dos quais tu sempre fizeste questão de me dizer, que eu era parte integrante.
E finalmente, aqui estou, rendido a ti, ao teu amor e à tua dedicação.
Hoje, estou de alma e coração abertos, e com vontade de te dizer que estou pronto para te amar de vez, sem reticências, sem interrogações, sem “mas”, e sem “ses”.
Quero deixar as minhas dúvidas de menino e fazer valer, de uma vez por todas, as minhas certezas de homem que vou descobrindo.
Quero, desta vez, prender-me a sério a ti, que há muito estás presa a mim, mesmo sem cordas, tal como as palavras se prendem e fundem num papel em branco.
Tu, que sempre recusaste um outro possível amor, que ouviste súplicas e declarações de outros homens, e nunca te rendeste. Fizeste uma jura em silêncio, talvez até promessas e feitiços para me teres. Nunca desististe e por ti, serias capaz de morrer assim mesmo, entregue a uma possibilidade, a um amor quase realizado, a uma meia entrega. E essa porta, sempre fechada aos outros, manteve-se resistentemente entreaberta para mim.
E hoje, acordo contigo. Não do meu lado, mas na minha boca, quando chamei pelo teu nome, e no meu pensamento, quando quis, por força do sobrenatural até, que ali aparecesses, na cama e do meu lado. Que me oferecesses esse sorriso de que tantas vezes trocei. Que me deixasses dar-te o beijo que os teus olhos sempre me pediram e que a minha vontade sempre recusou saciar.
Mal sabia eu que implantaste em mim a semente do desejo por ti.
Mal sabia eu, que hoje, bater-te-ia à porta dos sonhos.
Hoje, entrego-me.
Espero-te do outro lado…
E hoje, só hoje, consegui bater à porta dos teus sonhos, dos quais tu sempre fizeste questão de me dizer, que eu era parte integrante.
E finalmente, aqui estou, rendido a ti, ao teu amor e à tua dedicação.
Hoje, estou de alma e coração abertos, e com vontade de te dizer que estou pronto para te amar de vez, sem reticências, sem interrogações, sem “mas”, e sem “ses”.
Quero deixar as minhas dúvidas de menino e fazer valer, de uma vez por todas, as minhas certezas de homem que vou descobrindo.
Quero, desta vez, prender-me a sério a ti, que há muito estás presa a mim, mesmo sem cordas, tal como as palavras se prendem e fundem num papel em branco.
Tu, que sempre recusaste um outro possível amor, que ouviste súplicas e declarações de outros homens, e nunca te rendeste. Fizeste uma jura em silêncio, talvez até promessas e feitiços para me teres. Nunca desististe e por ti, serias capaz de morrer assim mesmo, entregue a uma possibilidade, a um amor quase realizado, a uma meia entrega. E essa porta, sempre fechada aos outros, manteve-se resistentemente entreaberta para mim.
E hoje, acordo contigo. Não do meu lado, mas na minha boca, quando chamei pelo teu nome, e no meu pensamento, quando quis, por força do sobrenatural até, que ali aparecesses, na cama e do meu lado. Que me oferecesses esse sorriso de que tantas vezes trocei. Que me deixasses dar-te o beijo que os teus olhos sempre me pediram e que a minha vontade sempre recusou saciar.
Mal sabia eu que implantaste em mim a semente do desejo por ti.
Mal sabia eu, que hoje, bater-te-ia à porta dos sonhos.
Hoje, entrego-me.
Espero-te do outro lado…
Comentários
tu esperas
ele espera
nós esperamos
vós esperais
eles esperam
eu espero
eu espero
eu espero....
um bom texto...