Sucumbimos, Dentro das paredes que era o nosso amor, Sucumbimos.
Dentro destas paredes sujas Pelas palavras que nos dissemos, Dentro destas paredes gastas Pelo que nos desgastamos, Dentro destas paredes Que outrora pintamos De branco resplandecente, E que com o correr do tempo, Fomos conspurcando, Sob o chão riscado Pelos nossos passos vãos, Sucumbimos.
Estávamos um perante o outro, E o que fomos… Já não o éramos, E o que somos… Já não chega.
Olhávamo-nos, Mas não no víamos, Falávamo-nos, Mas não nos ouvíamos, Estávamos tão perto, Mas não nos tocávamos, E com a fuga permitida, Do olhar, da palavra e do toque, Deixamos morrer o amor, Sucumbimos.
Sucumbimos, Mesmo perante aquela porta, Que nos levaria a um mundo novo, Um mundo de luz, Onde se quiséssemos, Poderíamos recomeçar, Onde tudo seria possível, Mas nós… Nós resistimos, Nós não nos permitimos Uma nova oportunidade, Nós… Deixamos que o tempo nos levasse, Nos levasse os carinhos e os mimos, As palavras e os olhares, A atenção e o calor, De um para com o outro, Sem nada fazermos, A não ser, Deixarmo-nos ir. E com isso, Sucumbimos.
E agora, Aqui deitados, Sob este chão, Que já não nos suporta o peso, Entre estas paredes, Que já não nos ouvem, Frente a esta porta, Que já a lado nenhum nos pode levar, As nossas mãos, Agora vazias de nós, Estão tão próximas… À distância de um último esforço…
Mas não consigo, Faltam-me a força e a coragem, Por tudo o que passamos, Por tudo o que nos fizemos, Por tudo o que nos dissemos Por tudo o que se entre nós se passou, Que não nos permite um retorno, E que nos deixa, Por fim, Assim… Sucumbidos.
Nós, Deixamos que a vida nos levasse, Deixamos que a rotina se apoderasse, Deixamos que um, Deixasse de ser, O complemento do outro.
Nós… Deixamo-nos sucumbir.
Não procures razões, Não culpes palavras ou emoções, Não procures falhas ou insanidades, Não procures responsabilidades, Não faças nada… Deixa… É tarde… Sucumbimos!
Anónimo disse…
Um suspiro... interrompe o silêncio o profundo, uma porta se abre ferindo os olhos de quem toda a noite chorou, esticou a mão em direcção de quem já não a podia agarrar, a mão quente que outrora aqueceu, amou, confortou, desapareceu e deu lugar a um corpo frio, rígido... sem vida, dois suspiros antecederam o sono, um suspiro de vida... o outro um suspiro eterno! sem querer acreditar que o luto já tinha começado!
pois não posso participar para alem de não querer fazer batota, não percebo nada de poesia e inspiração é cisa que não abunda por estas lados, mas fica uma boa ideia
Comentários
E assim sendo, aqui fica o meu devaneio:
Sucumbimos
Sucumbimos,
Dentro das paredes que era o nosso amor,
Sucumbimos.
Dentro destas paredes sujas
Pelas palavras que nos dissemos,
Dentro destas paredes gastas
Pelo que nos desgastamos,
Dentro destas paredes
Que outrora pintamos
De branco resplandecente,
E que com o correr do tempo,
Fomos conspurcando,
Sob o chão riscado
Pelos nossos passos vãos,
Sucumbimos.
Estávamos um perante o outro,
E o que fomos…
Já não o éramos,
E o que somos…
Já não chega.
Olhávamo-nos,
Mas não no víamos,
Falávamo-nos,
Mas não nos ouvíamos,
Estávamos tão perto,
Mas não nos tocávamos,
E com a fuga permitida,
Do olhar, da palavra e do toque,
Deixamos morrer o amor,
Sucumbimos.
Sucumbimos,
Mesmo perante aquela porta,
Que nos levaria a um mundo novo,
Um mundo de luz,
Onde se quiséssemos,
Poderíamos recomeçar,
Onde tudo seria possível,
Mas nós…
Nós resistimos,
Nós não nos permitimos
Uma nova oportunidade,
Nós…
Deixamos que o tempo nos levasse,
Nos levasse os carinhos e os mimos,
As palavras e os olhares,
A atenção e o calor,
De um para com o outro,
Sem nada fazermos,
A não ser,
Deixarmo-nos ir.
E com isso,
Sucumbimos.
E agora,
Aqui deitados,
Sob este chão,
Que já não nos suporta o peso,
Entre estas paredes,
Que já não nos ouvem,
Frente a esta porta,
Que já a lado nenhum nos pode levar,
As nossas mãos,
Agora vazias de nós,
Estão tão próximas…
À distância de um último esforço…
Mas não consigo,
Faltam-me a força e a coragem,
Por tudo o que passamos,
Por tudo o que nos fizemos,
Por tudo o que nos dissemos
Por tudo o que se entre nós se passou,
Que não nos permite um retorno,
E que nos deixa,
Por fim,
Assim…
Sucumbidos.
Nós,
Deixamos que a vida nos levasse,
Deixamos que a rotina se apoderasse,
Deixamos que um,
Deixasse de ser,
O complemento do outro.
Nós…
Deixamo-nos sucumbir.
Não procures razões,
Não culpes palavras ou emoções,
Não procures falhas ou insanidades,
Não procures responsabilidades,
Não faças nada…
Deixa…
É tarde…
Sucumbimos!
interrompe o silêncio o profundo,
uma porta se abre ferindo os olhos de quem toda a noite chorou,
esticou a mão em direcção de quem já não a podia agarrar,
a mão quente que outrora aqueceu, amou, confortou,
desapareceu e deu lugar a um corpo frio, rígido... sem vida,
dois suspiros antecederam o sono,
um suspiro de vida... o outro um suspiro eterno!
sem querer acreditar que o luto já tinha começado!
Aguardo mais candidatos!
Bjokas
Prometo que a decisão do Juri sairá brevemente, BUT not today!!
Beijos e abraços a quem se atreveu, e a quem não se atreveu, olhem, azar! Tiveram a v/ oportunidade!!
Putty