
Descobri que na natureza, os momentos sucedem-se e não se atropelam, transformando o nascer e o morrer de todas as coisas, numa dança bela e mágica.
E eu tento uma imitação reles e muito longínqua da perfeição da natureza.
Tento que o coração não tropece no pensamento e que as mãos não se cruzem quando devem estar receptivas para te receber.
Espero que o suspiro se mantenha pendente e que o fôlego não interrompa a tranquilidade. Mas solto o grito todos os dias.
O grito em que me grito.
Em que deixo que o meu corpo se consuma de pensamentos, de sentires e de recordações, de quando as minhas mãos se fundiam noutras mãos, quentes e macias.
E tento adivinhar-me o dia de amanhã.
A Natureza, não se adivinha. Apenas é.
E eu, não consigo contentar-me apenas com isso.
Dentro dessa magnânime perfeição, existe um nome, assim, imperfeito como o meu.
Comentários
e do nome do blog
eu que gosto tanto da lua n sei como nc encontrei este lado b antes ;)
_baci_
voltarei
Esta viagem por este lado da lua foi mágica...
Fica bem
Beijinho
***MUAH***
Beijos
Um beijo, Gata.