Planos de existência difusos. Lugares desconexos, Que se encontram, Se entrelaçam, Num horizonte de futuro.
Mas... Como escreveu "alguém" de quem ambos gostamos:
"Ainda que tu estejas aí e tu estejas aí e Eu esteja aqui estaremos sempre no Mesmo sítio se fecharmos os olhos Serás sempre tu e tu que me ensinarás A nadar seremos sempre nós sob O sol morno de Julho e o véu ténue Do nosso silêncio será sempre o Teu e o teu e o meu sorriso a cair E a gritar de alegria ao mergulhar Na água ao procurar um abraço que Não precisa de ser dado serão Sempre os teus e os teus e os meus Cabelos molhados na respiração Suave das parreiras sempre as tuas E as tuas e as minha mãos que não Precisam de se dar para se sentir Ainda que tu estejas aí e tu estejas aí e Eu esteja aqui estaremos sempre Juntos nesta tarde de sol de Julho ... sempre"
José Luis Peixoto (in Criança em Ruínas)
Anónimo disse…
Enche-te de ti, vence a gravidade, que a Lua Cheia te ilumine...
Se calhar estás a pisar nos lugares errados, não poderá ser?! Dá uns passos mais para a direita ou para a esquerda e vê se te encontras... Não desistas de te encontrar, podes mesmo estas em um outro lugar, sei lá... Quem sabe...
Se eu te pudesse explicar o quanto sinto as tuas palavras ... A ausência real de quem está dentro de nós , a incredulidade perante essa falta , a tristeza . Palavras lindas mesmo que esse amor não exista sem sofrimento ... Beijos , Paula
Escrevo, não sei fazer outra coisa. Nem amar, sei... talvez, com minhas palavras alcanço aos poucos, o sentimento semelhante. Mas amar, nunca, saberei...
Comentários
incontrolável...
Beijo doce
Lugares desconexos,
Que se encontram,
Se entrelaçam,
Num horizonte de futuro.
Mas...
Como escreveu "alguém" de quem ambos gostamos:
"Ainda que tu estejas aí e tu estejas aí e
Eu esteja aqui estaremos sempre no
Mesmo sítio se fecharmos os olhos
Serás sempre tu e tu que me ensinarás
A nadar seremos sempre nós sob
O sol morno de Julho e o véu ténue
Do nosso silêncio será sempre o
Teu e o teu e o meu sorriso a cair
E a gritar de alegria ao mergulhar
Na água ao procurar um abraço que
Não precisa de ser dado serão
Sempre os teus e os teus e os meus
Cabelos molhados na respiração
Suave das parreiras sempre as tuas
E as tuas e as minha mãos que não
Precisam de se dar para se sentir
Ainda que tu estejas aí e tu estejas aí e
Eu esteja aqui estaremos sempre
Juntos nesta tarde de sol de Julho
...
sempre"
José Luis Peixoto
(in Criança em Ruínas)
***MUAH*** Lindo ...
Dá uns passos mais para a direita ou para a esquerda e vê se te encontras...
Não desistas de te encontrar, podes mesmo estas em um outro lugar, sei lá... Quem sabe...
Beijinhos!
Palavras lindas mesmo que esse amor não exista sem sofrimento ...
Beijos ,
Paula
Perdi-me por lá e não me encontro.
Um beijo Gata.
Saudade de doer
Quantas vezes me acontece.
Beijo
Beijokas