De vez em quando
de vez em quando dói-me tudo
dói-me o frio do Inverno e a réstia do sol da tarde
dói-me a chuva e dói-me o vento
dói-me as gargalhadas estridentes
os choros magoados
dói-me o olhar desesperado de tanta gente
e a voz embargada de quem trago cá dentro
dói-me a música, o amor
a solidão e o prazer
dói-me o silêncio do sangue
e a vontade de viver
tudo isto e muito mais
dói-me de tanto me doer
há dias em que me dói tudo
até ao último fio de alma
(imagem retirada da net)

Comentários
um beijo* estrelastico
(gosto muito deste apontamento musical)
Há um paraíso no fundo dos teus olhos! Deixa que eles sorriam, e sentirás uma doce brisa beijar-te as pálpebras...
Passou a dor!!!
Beijos...
AL