Raciocínio















Gostava de explicar o amor.
Mas quando o penso, só o sinto.
E quando o sinto, és só tu.
E eu não consigo explicar-te,
Porque as palavras que se soltam não provêm do raciocínio.
São beijos e abraços teus que impedem qualquer ponto de lucidez.
No fim, não posso explicar o amor.
Mas posso dizer-te que o amor começa no poema que crio,
Sempre que fecho os olhos e adormeço em ti.

Comentários

Anónimo disse…
Como diria Fernando Pessoa "Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?"

Beijo
António
Cara Joaquina, disse…
O amor é sempre assim, é poesia.
Apenas conseguimos mostrar o reflexo do Amor, espelhado nos gestos, sorrisos e até nas angústias e medos mais profundos.

Abraço.
Filoxera disse…
Até de olhos abertos...
:-)