Não há vastidão de céu que engula a tua falta, ou marés que afoguem a parte de ti que em mim respira. Não há fado que seja digno da minha inquebrável saudade, nem poema, que mesmo ainda por escrever, a consiga matar.


[ao som de "Analyse" - Thom Yorke]



(imagem retidada da net)




Comentários

Brain disse…
Mas há tamanhos.
Tamanhos que nos medem as mãos.
Tamanhos que nos abarcam por inteiro em pedaços,
Que não sendo de nós,
Estão (são) em tudo o que nos constitui.
ruth ministro disse…
A saudade... grande companheira de escrita. Uma musa inspiradora, diria.