Ano Novo
Já não tenho grandes pedidos para novos anos, porque a vida ensinou-me a não fazer grandes planos. Tenho desejos, sim, muitos. Alguns, se calhar, até impossíveis, mas continuam a perdurar em mim, vivos e de sangue quente, apesar de silenciosos. E eu, que uso tantas vezes o sangue e o silêncio nas minhas palavras, neste não poderia ser diferente.
Por falar em diferente, é isso que quero para o novo ano, quero dias diferentes aos do ano que está prestes a terminar. Já não peço mais do que isso.
Aos caros amigos, leitores deste espaço (cada vez mais vazio), desejo um bom ano para todos.
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