Hoje GRITO Liberdade!
Mas que raio de paralisia é esta dos medos. Se pudesse cortar a parte do cérebro que os alimenta,
Pegava no machado e era já.
Sem medos, seria livre.
Tenho vontade de me metamorfosear.
Passar de larva a casulo.
De casulo a borboleta.
Se eu conseguísse aniquilá-los, os medos
Que liberdade.
E eu desejo tanto ser livre.
Assim, como as borboletas.
Livres, livres, livres….
Terei eu que gritar bem alto?
QUERO SER LIVRE!!
LIVRE!
Quero ter a inconfundível Primavera das Borboletas!
Comentários
Quando somos pequenos,
Os medos comandam muitos dos nossos actos e pensamentos.
À medida que crescemos,
Aprendemos a superar esses medos,
Muitas vezes refugiando-nos.
Uns si próprios,
Outros em terceiros.
Vivendo uma vida adulta,
Torna-se necessário tomar decisões,
Fazer opções,
Algumas delas com uma grande base de dúvida,
Alturas em que,
Voltam a ter influência,
E lutam pela primazia,
As nossas vontades
E os nossos medos.
Por vezes,
Os medos são superiores às vontades,
Outras porém,
As vontades fazem-nos “ignorar” os medos.
Para alguns de nós,
Este é um acto constante.
Para alguns de nós,
Os medos são sempre superiores.
Para alguns de nós,
As vontades superam-nos sempre.
Depois há os que ousam!
Os que ousam avançar
Mesmo tendo o medo como factor dominante.
E eu penso que isto,
É o que realmente importa.
Que sendo os medos superiores às vontades,
Ousemos avançar,
Ousemos fazer frente à escuridão do medo,
Ousemos fazer luz do mais negro dos receios,
Ousemos não deixar,
Que o medo,
Predomine nas nossas decisões,
Domine as nossas vontades.
Ousemos caminhar na luz,
Mesmo que existam pontos menos iluminados,
Porque só assim,
Só desta forma,
Conseguiremos ser livres!
Porque só assim,
Só desta forma,
Conseguiremos ser felizes!
E tu? Em ti o que (pre)domina?
Os medos ou as vontades?
by ME
in Taradisses
em 26/04/2006
Beijo.
Como a verdade e o mar
O mundo dá o que o mundo tem
A liberdade e o luar
E o brilhar
O céu não nasce azul, não
E um pássaro voou
Deixem que esta mão se bata por mim
Já não há razão pra que nada seja assim
Não é a dor que é cruel
É o amor que rasga a pele e
Grita, sente, o meu corpo junto ao teu até morrer
Prende, quente, o meu rosto de guerreira e de mulher
Grita, sente, o meu corpo junto ao teu amanhecer
Prende, quente, o meu corpo junto ao teu até morrer
(Grita, sente) de guerreira e de mulher
(Prende, quente) junto ao teu até morrer
(Grita, sente) de guerreira e de mulher
(Prende, quente) junto ao teu até morrer
(Grita, sente)"
Diana Basto
As palavras escritas se eternizam sim, mas a proferidas com amor também. Guarda sempre portanto as joias que recebes.
Voltarei.
Grande Paz!
Mas livres...todos somos, basta apenas querer...
Beijos