Revelações
Esconde-se o Sol e revela-se a Noite.
Revela-se o odor intenso das sensações.
Revela-se o uivo do silêncio perturbador
E de eco das palavras sem nexo.
É loucura, é insanidade,
É desejo de liberdade,
É perdição, é desvario ao luar,
É a paixão pelas coisas e pelos outros,
Numa revelação sem tempo nem hora.
Desce a Noite sobre nós, purificadora.
Alheios a tudo e a nada,
Mergulhamos nesta Noite de chuva quente,
Que nos consome no suor dos corpos desejados,
Por alguma coisa ainda desconhecida.
Esperamos uma Revelação, algures,
Por entre esses jardins agrestes da nossa mente.
Nunca encontramos.
E a busca incessante por coisa nenhuma,
Que nos atordoa em êxtases humidificados,
Deixa-nos à deriva.
Deixa-nos em transe.
Nunca paramos de procurar,
Pelas Noites que nos cobrem,
Nestes jardins, desconhecidos,
Mas cuja Revelação,
É para sempre sonhada.
Revela-se o odor intenso das sensações.
Revela-se o uivo do silêncio perturbador
E de eco das palavras sem nexo.
É loucura, é insanidade,
É desejo de liberdade,
É perdição, é desvario ao luar,
É a paixão pelas coisas e pelos outros,
Numa revelação sem tempo nem hora.
Desce a Noite sobre nós, purificadora.
Alheios a tudo e a nada,
Mergulhamos nesta Noite de chuva quente,
Que nos consome no suor dos corpos desejados,
Por alguma coisa ainda desconhecida.
Esperamos uma Revelação, algures,
Por entre esses jardins agrestes da nossa mente.
Nunca encontramos.
E a busca incessante por coisa nenhuma,
Que nos atordoa em êxtases humidificados,
Deixa-nos à deriva.
Deixa-nos em transe.
Nunca paramos de procurar,
Pelas Noites que nos cobrem,
Nestes jardins, desconhecidos,
Mas cuja Revelação,
É para sempre sonhada.
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